ACII - Associação Comercial e Industrial de Imperatriz

A eficiência empresarial das pequenas e médias empresas foi recorde em 2010 quarta-feira, 24 de agosto de 2011 às 10:30

A eficiência empresarial das pequenas e médias empresas foi recorde em 2010

Em 2010, a eficiência empresarial das pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras registrou o patamar de 57,6 pontos, novo recorde, com elevação de 1 ponto sobre o desempenho de 2008, último recorde da série. Após a crise financeira internacional em 2009, com impactos deletérios na indústria, a eficiência empresarial das PMEs, de uma forma geral, se recuperou da crise. O Indicador Serasa Experian de Eficiência Empresarial das PMEs varia numa escala de 0 a 100 sendo que, quanto mais próximo de 100, maior é o grau de eficiência média das empresas do setor/segmento analisado.

Apesar dos impactos causados pela crise financeira internacional entre os anos de 2008 e 2009, de forma geral, as pequenas e médias empresas (PMEs) mantiveram seu nível de eficiência acima do limite médio dos anos anteriores, beneficiadas, principalmente, pelo segmento do comércio, que registrou elevação recorde no nível de eficiência empresarial (67,1 pontos), por estar estruturalmente ligado ao comportamento da economia interna do país, ao contrário da indústria, que registra uma parcela voltada à economia internacional, fortemente impactada pela crise.

O nível de atividade do comércio foi favorecido pela ampliação da renda e do crédito à população, os quais impulsionaram a demanda interna por produtos e serviços e possibilitaram reajustes nos preços ao consumidor.

Apesar da recuperação em 2010, a eficiência das pequenas e médias empresas industriais não voltou ao patamar de antes da crise. A queda no volume exportado e a concorrência dos produtos importados, foram os principais aspectos negativos que justificaram a queda da eficiência das PMEs industriais em 2009. Em 2010, a dificuldade em elevar os preços permaneceu com o crescimento das importações, estas favorecidas pela queda na taxa de câmbio. As indústrias continuaram dependendo do mercado interno para se recuperar, já que a reabilitação do mercado mundial foi lenta.

As PMEs de serviços, por sua vez, registraram ligeira alta em relação aos anos anteriores (48,8 pontos). Contudo, percebe-se estabilidade no indicador desde 2008. Assim como o comércio, o mercado interno aquecido foi o principal motivo do bom desempenho de serviços em 2010.

Fonte: Serasa Experian

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